sábado, 2 de julho de 2011

O Oráculo do Código do Graal, de Amy Sophia Marashinsky


Durante séculos, o antigo poder do Santo Graal foi identificado através dos mitos. O Oráculo do Código do Graal é o único sistema divinatório criado com base na chave recentemente descoberta para as lendas do Graal: o Poder do Feminino. O Oráculo do Código do Graal foi criado com base nos 33 aspectos divinos do Feminino, que correspondem à sabedoria e à essência das lendas do Graal. Consultando as 33 cartas, você descobrirá cada uma das diferentes peças do quebra-cabeça que compõem o código do Graal e incorporam aspectos do Feminino.

Fonte: Livraria Resposta


A Autora

domingo, 26 de junho de 2011

O Oráculo da Deusa, Amy Sophia Marashinsky

O Feminino e o Sagrado, de Julia Kristeva

Lilith e Eva, Imagens Arquetípicas da Mulher na Atualidade, deVvaléria Fabrizi Pires

Filhas da Deusa: as Mulheres Santas na Índia de Hoje, de Linda Johnson

Feminino + Masculino, de Monika von Koss

Desvendando o Poder Oculto da Sexualidade Feminina, de Maitreyi D. Piontek

Dance e Recrie o Mundo, de Lucy Penna

Complexo de Cinderela, de Colette Dowling

As Deusas e a Mulher, de Jean Shinoda Bolen

Seu Sangue é Ouro, de Lara Owen

Todos os Nomes da Deusa, de Joseph Campbell

O Milionésimo Círculo, de Jean Shinoda Bolen

A Grande Mãe, de Eric Neumann

A Mulher no 3º Milênio, de Rose Marie Muraro

A PROSTITUTA SAGRADA, Nancy Q. Corbett

O Legado da Deusa, de Mirella Faur

O RETORNO DA DEUSA, de E. C. Whitmont

NA CASA DA LUA, de Jason Elias e Katherine Ketcham

sábado, 7 de maio de 2011

ORAÇÃO DE FORÇA E MAGIA PARA A GRANDE MÃE

(para ser pronunciada ao dormir e ao acordar)

Que eu tenha hoje e a cada dia,
A força dos Céus,
A luz do Sol
O resplendor do Fogo,
O brilho da Lua,
A presteza do Vento,
A profundidade do Mar,
A estabilidade da Terra,
A firmeza da Rocha.

Que assim seja!
E assim se faça!


terça-feira, 22 de março de 2011

INSTRUÇÃO DAS MULHERES (de 1868)

Interessantíssimo texto que recebi. Uma visão Espírita (kardecista) sobre a emancipação das mulheres, no ano de 1898 (!!).


INSTRUÇÃO DAS MULHERES
(Joinville, Haute-Marne, 10 de março de 1868 – Médium: Sra. P...)


Neste momento a instrução da mulher é uma das mais graves questões, porque não contribuirá pouco para realizar as grandes ideias de liberdade, que dormitam nos fundos dos corações.
Honra aos homens corajosos que tomaram a sua iniciativa! eles podem, de antemão, estar certos do sucesso de seus trabalhos. Sim, soou a hora da libertação da mulher; ela quer ser livre e para isto deve libertar a sua inteligência dos erros e dos preconceitos do passado. É pelo estudo que ela alargará o círculo de seus conhecimentos estreitos e mesquinhos. Livre, ela fundará a sua religião sobre a moral, que é de todos os tempos e de todos os países. Ela quer ser, ela será a companheira inteligente do homem, sua conselheira, sua amiga, a instrutora de seus filhos, e não um joguete, do qual se servem como uma coisa, e que depois deixam de lado para tomar uma outra.
Ela quer trazer a sua pedra ao edifício social, que se ergue neste momento ao poderoso sopro do progresso.
É verdade que, uma vez instruída, ela escapa das mãos daqueles que dela fazem um instrumento. Como um pássaro cativo, ela quebra a sua gaiola e voa para os vastos campos do infinito. É verdade que, pelo conhecimento das leis imutáveis que regem os mundos, ela compreenderá Deus de modo diferente do que lhe ensinam; não acreditará mais num Deus vingador, parcial e cruel, porque sua razão lhe dirá que a vingança, a parcialidade e a crueldade não podem conciliar-se com a justiça e a bondade; o seu Deus – dela – será todo amor, mansuetude e perdão.
Mais tarde ela conhecerá os laços de solidariedade que unem os povos entre si, e os aplicará em seu redor, espalhando com profusão tesouros de caridade, de amor e de benevolência para todos. Seja qual for a seita a que pertença, saberá que todos os homens são irmãos, e que o mais forte não recebeu a força senão para proteger o fraco e o elevar na sociedade ao verdadeiro lugar que deve ocupar.
Sim, a mulher é um ser perfectível como o homem, e suas aspirações são legítimas; seu pensamento é livre e nenhum poder do mundo tem o direito de a escravizar ao sabor de seus interesses ou de suas paixões. Ela reclama sua parte de atividade intelectual, e a obterá, porque há uma lei mais poderosa que todas as leis humanas: a do progresso, à qual toda a Criação está submetida.
Um Espírito

Observação – Temos dito e repetido muitas vezes: a emancipação da mulher será a consequência da difusão do Espiritismo, porque ele funda os seus direitos, não numa ideia filosófica generosa, mas sobre a própria identidade do Espírito. Provando que não há Espíritos homens e Espíritos mulheres, que todos têm a mesma essência, a mesma origem e o mesmo destino, ele consagra a igualdade dos direitos. A grande lei da reencarnação vem, além disso, sancionar este princípio. Desde que os mesmos Espíritos podem encarnar, ora como homens, ora como mulheres, disso resulta que o homem que escraviza a mulher poderá ser escravizado por sua vez; que, assim, trabalhando pela emancipação das mulheres, os homens trabalham pela emancipação geral e, por conseguinte, em proveito próprio. As mulheres têm, pois, um interesse direto na propagação do Espiritismo, porque ele fornece em apoio de sua causa os mais poderosos argumentos que jamais foram invocados. (Vide a Revista Espírita, janeiro de 1866; junho de 1867).

Livro: Revista Espírita: Jornal de Estudos Psicológicos - Ano XI, 1868
(nº 4 - abril de 1868)
Allan Kardec
FEB - Federação Espírita Brasileira

sexta-feira, 18 de março de 2011

Mulher sozinha, virtude ou problema?

A atualização do blog está atrasada, mas, enquanto isso, vou postar aqui um texto muito bonito de Silvia Malamud, que achei no site STUM.




Ser sozinha no século XXI é mais uma opção pessoal do que a falta da mesma. Muitas mulheres atualmente fazem esse tipo de escolha. Principalmente, quando descobrem que não precisam trocar de mantenedor ou protetor após saírem da casa dos pais ou se divorciarem ou mesmo quando ficam viúvas. A mulher de hoje, muito mais facilmente percebe que pode estar no comando de sua própria vida.

O estar só, dentro deste contexto, pode significar um momento de entressafra onde a mulher, por opção, pode decidir se quer ou não ter um parceiro. A diferença brutal de antigamente para os dias atuais é que a mulher bem resolvida sabe que não necessita de um homem a tiracolo para ter um lugar no mundo. Ela mesma pode e faz o seu lugar, bem como seu status social. O mundo, agora, principalmente nas grandes metrópoles, não mais instiga, como antes, que a mulher seja submissa ou que tenha que depender de um homem para sustentá-la.

O fato de a mulher estar sozinha não implica numa circunstância de tempo de duração, mas, sim, no aspecto emocional e condicionamentos culturais. Note que isso não é uma apologia sobre os benefícios de se estar só. Tanto a mulher, como o homem, quando inteiros, podem escolher ter um companheiro de jornada autêntico, que não esteja embolado em meio a uma linha cruzada de projeções recíprocas embasadas nas necessidades pessoais de cada um.

Por outro lado, num processo de solidão involuntária, existe a oportunidade para que o sexo feminino dinamize o seu lugar no mundo, incluindo pesquisa acurada sobre si mesmo. Imagine-se num relacionamento de anos, algo abrupto ocorrendo onde repentina e inexoravelmente você se encontra só. O que fazer nessas ocasiões?

- O primeiro passo seria observar o quanto de si mesmo estava no parceiro e aos poucos ir resgatando pedaços cedidos. Simultaneamente, parar para refletir sobre o quanto vivia em função da relação. Por fim, buscar conhecer sua própria identidade que, na certa, independe de qualquer relacionamento. Essa jornada interior requer cuidado especial e amorosidade consigo mesmo, nunca pena.

Pesquisar gostos pessoais pode ser o prenúncio de um bom começo.

A solidão involuntária, seja por qual motivo tiver acontecido, é excelente momento para que um desenvolvimento interior mais profundo aconteça. Pode até ser um ponto de partida em que novas habilidades surjam e um preparo, dependendo da situação de vida, para que a mulher reveja o que deseja conquistar num próximo relacionamento.

Muitas vezes um processo terapêutico é bastante indicado no sentido de abrir amplo espaço para que o autoconhecimento se instale em meio a dinamismo e clareza. E em determinados casos, para que uma depressão maior não se instale. Não devemos desprezar as mudanças de vida. Se a pessoa tem uma identidade construída no outro, ficar só repentinamente pode ser desastroso. Equilibrar-se novamente requer tempo, necessidade de apoio e ajuda de amigos.Lembrando novamente que bom processo terapêutico também é bem vindo.

Uma das premissas para checar se a solidão passou dos níveis de suportabilidade é verificar como estão os contatos com amigos e outros. Se estes estiverem reduzidos demais, o alerta se faz importante. Quando se perde a motivação para sair, encontrar com pessoas ou atividades de interesse pessoal, também.
Além disso, ficar atenta o nível de alegria. Às vezes a pessoa pode estar deprimida, sem se dar conta. Não é porque não se encontra jogada numa cama, sem ânimo, que não se encontra em estado depressivo. A vida acontece em ambientes relacionais e sempre crescemos por intermédio das nossas relações. Momentos de solidão e de encontro consigo mesmo são extremamente importantes para que nós possamos dar significados a nós mesmos; quando em excesso, porém, esses mesmos significados, correm o risco de se perderem.
Tanto a solidão voluntária, como a involuntária pode ser um forte disparador de questionamentos a ponto de levar a mulher a se conhecer de modo diferenciado. As que pegam carona nesses questionamentos têm a oportunidade de construir fortalecimento inquebrantável. A questão é saber como trabalhar com o novo e saber tirar proveito.

Nós, mulheres, somos provedoras, não ao contrário, como nos foi ensinado. Isso me faz lembrar o livro de Rianne Eisler quando conta sobre nossa história e relata como nossas forças arquetípicas foram invertidas e que, agora, novamente estamos clamando e conquistando de volta nossos lugares primordiais.

Quem souber pegar essa onda e incorporar de volta o que já é nosso, pode se beneficiar tremendamente num caminho de capacitação e segurança de si mesmo, sem retrocessos. Como exemplo disso, em seu livro, Rianne revela que a mulher primitiva era muito reverenciada em todos os seus tempos de vida. Quando menstruava, freqüentemente, deixava escoar seu sangue na terra, para que a sua força pudesse arar dando boa colheita. Quando engravidava, a mesma força do seu sangue servia na crença popular, para alimentar o nenê que estava sendo gerado... E, finalmente, quando entrava na menopausa, seu sangue e poder permaneciam definitivamente com ela tornando-a, por conseqüência, a velha sábia a quem todos reverenciavam pedindo conselhos.

Cabe a nós, mulheres do século XXI, resgatarmos nossas raízes. Sozinha ou não, você está pronta? Habilite-se e procure o que for necessário para entrar em contato com a sua força matriz. Só não fique parada, busque, ouse e conquiste-se.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

FALO, A SAGRADA IMAGEM DO MASCULINO, de Eugene Monick

O ANUÁRIO DA GRANDE MÃE, de Mirella Faur



'O Anuário da Grande Mãe' constitui-se no mais completo estudo sobre a Deusa publicado em língua portuguesa, e é o grande auxiliar na descoberta e celebração da energia renovadora e transmutativa do Sagrado Feminino.Os praticantes solitários e os grupos encontrarão também informações indispensáveis para os rituais, festejando a Roda do Ano através dos Sabbats e dos Esbats. As mulheres poderão melhor sintonizar-se com os ciclos da Lua, compreendendo como fluir com as suas fases e como conectar-se com as Deusas Lunares correspondentes. O leitor aprenderá a usar os ensinamentos das antigas tradições na sua vida moderna e descobrirá como enriquecer seu cotidiano com as bênçãos de mais de seiscentas Deusas provenientes das culturas dos cinco continentes.

Fonte: www.livrariacultura.com.br


A autora


Mirella Faur é iniciadora do movimento da espiritualidade feminina em Brasília, com os rituais públicos dos plenilúnios, as celebrações da Roda do Ano, os grupos de estudos e a realização de ritos de passagem. É autora dos livros “O Anuário da Grande Mãe, Rituais práticos para celebrar a Deusa”, “O legado da Deusa. Ritos de passagem para mulheres” e “Mistérios nórdicos. Mitos. Runas. Magias. Rituais”, bem como de diversos artigos em publicações nacionais e estrangeiras.

Sua formação é em Farmácia Química, com especialização em Farmacodinamia e Microbiologia. Com vasto conhecimento sobre os mais diversificados temas místicos, de reconhecida sabedoria pessoal e com larga experiência em atividades esotéricas, Mirella Faur é respeitada líder espiritual no movimento conhecido como o Ressurgimento do Sagrado Feminino, o retorno da Deusa. Por mais de 15 anos, trabalhou com Círculos de Mulheres na Chácara Remanso, que se tornou um lugar sagrado, nascedouro de mulheres que se descobriram para a totalidade do seu ser feminino e sagrado.

Fonte: www.teiadethea.org

LILITH, A LUA NEGRA, de Roberto Sicuteri



Essa é a história de Lilith, daquela que foi a primeira mulher de Adão, antes de Eva. Da mulher que não é pedaço do homem, não nasceu de sua costela. Foi criação independente de Deus, do mesmo pó que o homem. Mas Lilith era cheia de sangue e saliva, reivindicou sua igualdade, não se admitiu inferior e submissa. Reprimida, optou e foi relegada à convivência com o demônio e em sua revolta declarou guerra ao Pai, não deixando desde então os homens em paz.

Fonte: www.submarino.com.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

HERA, UM PODER FEMININO, de Monika von Koss


Mostrando o deslocamento do poder da Grande Deusa para o domínio masculino, processo este que culmina na estruturação patriarcal das sociedades atuais, este texto refaz a trajetória da deusa grega Hera, que no panteão olímpico ficou reduzida a esposa irada e ciumenta do poderoso Zeus. Uma nova leitura dos mitos desta deusa recoloca o poder feminino como uma alternativa para as mulheres modernas.
A subordinação das mulheres e dos valores femininos é a tônica da cultura patriarcal, que tem prevalecido nos cinco milênios de nossa história. Temos a impressão de que sempre foi assim, baseados na crença de que esta é uma condição ‘natural’, determinada sexualmente.
Contudo, estudos em diversas áreas do conhecimento têm-nos revelado culturas que se organizavam em torno de uma divindade feminina, sociedades pré-históricas, nas quais os valores femininos eram centrais e que viveram pacificamente e em harmonia com a natureza por muitos milênios.
Questionar a natural submissão e inferioridade da mulher e recuperar a valorização dos poderes femininos é de vital importância para encontrarmos um novo equilíbrio nas relações entre mulheres e homens em especial, e entre todos os seres em geral.

Fonte: www.monikavonkoss.com.br



A autora



Psicoterapeuta de abordagem energético-transpessoal, com longa experiência em atendimento clínico. Iniciou sua busca da alma humana pela Psicanálise. Sua trajetória pessoal fez com que incorporasse a dimensão corporal-energética em sua prática e desenvolvesse uma visão transpessoal da vida.
Iniciou-se no Xamanismo como resposta a sua conexão com a terra e o mundo natural, as dimensões imanentes do ser humano.
Do Budismo Tibetano incorporou a dimensão transcendente da consciência.
Desde 1990 se dedica ao estudo da questão do feminino e da Deusa, tema de seus três livros publicados.
Seu trabalho, que tem como foco a expansão da consciência no viver aqui e agora, inclui todas estas perspectivas numa visão holográfica da vida em ação.

Fonte: www.monikavonkoss.com.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

ETERNAMENTE ÍSIS, de Ramy Arany


Eternamente Ísis' traz a profundidade das Leis gestadoras - que são valores da consciência superior - resgatando a consciência do Sagrado e despertando o ser para o reconhecimento da força feminina e para seu retorno a esta origem, possibilitando, assim, o caminho de volta à casa Mãe. O livro foi inspirado no resgate da memória ancestral, reunindo três épocas que se entrecruzam - Egito, Atlântida e o povo Tubakwassu. A história se passa no Egito, no Templo da Deusa Ísis, onde Rosenah, sacerdotisa de Ísis, volta ao seu passado em Atlântida e no Povo Tubakwassu para poder compreender o porquê das perseguições à Tradição de Ísis. O livro vai desvendando em sua trama a própria história do feminino e o caminho para o retorno ao Sagrado, por meio das Leis cosmológicas que vão sendo reveladas.

Fonte: www.americanas.com.br


A autora


Ramy Arany é co-fundadora do Instituto KVT, Instituto KVT Desenvolvimento da Consciência Empresarial e da Instituição Filantrópica e Cultural Ará Tembayê Tayê. É assistente social, terapeuta comportamental consciencial, especialista em feminino e desenvolvedora da linha da consciência gestadora, pesquisadora dos estados alterados da consciência e escritora.

Ministra cursos, palestras e workshops, para grupos de pessoas e empresas, todos pioneiros, voltados ao resgate e desenvolvimento da capacidade e visão gestadoras, bem como ao aprendizado do caminho de gestar a ação em teia. Há seis anos, também, desenvolve um trabalho voltado às mulheres no resgate da consciência do feminino no retorno à liderança natural. e-mail: ramyarany@kvt.org.br .

Seu livro "Visão Gestadora - a visão em teia" virou tese de doutorado e dentre suas obras "Eternamente Ísis - o retorno do feminino ao sagrado" é muito procurado tanto por mulheres como por homens. O livro procura desvendar e compartilhar a sabedoria milenar de uma antiga tradição no templo Philae no Egito antigo e desenvolve a caminhada de retorno das mulheres em busca do potencial gestador.

Ramy acredita muito no compartilhamento de conhecimento para criar um mundo melhor e para isso ela coloca à disposição no blog todo o seu conhecimento, sem pudor ou segredo, de como funciona o lado feminino, de uma forma séria e direta.

Apaixonada pelo autoconhecimento e pelo interessante universo feminino ela ainda conta com um hotsite focado no dia da mulher, com o apoio de médicos e outros conhecedores do assunto.

Acesse o Blog para saber mais:
http://super-blog.zoha.com.br/na-teia-com-ramy-arany

Artigos e entrevistas de Ramy Arany: http://www.kvt.org.br/artigos/artigo-de-ramy-arany.html

Fonte: www.kvt.org.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A LUA NA SUA VIDA, de Donna Cunningham



Trecho do livro.


INTRODUÇÃO

Paisagens da Lua

Ser um Tipo Lunar num Mundo Solar: a frase soa familiar, não é mesmo?
Mas quem são os tipos lunares? Para começar, todas as mulheres são lunares.
Na astrologia tradicional, a Lua representa as mulheres, portanto este livro tem muito a dizer sobre o papel da mulher na vida moderna. A Lua está ligada ao signo de Câncer, portanto são lunares todas as pessoas nascidas sob este signo, ou com outros planetas no mesmo. Logo, todos os americanos são lunares — somos uma nação canceriana, com quatro planetas neste signo — e descobriremos que a astrologia nos dá uma valiosa percepção subjetiva das mudanças da vida americana neste século.

Todos somos, até certo ponto, tipos lunares, pois a Lua é uma força importante no horóscopo de todos nós. A Lua simboliza nosso lado emocional, a dependência e o desejo de segurança, nossa necessidade de ter um lar e raízes, e os vínculos que temos com nossas mães. Estas são necessidades humanas normais; no entanto, o mundo nos ensinou que isto é ruim, que devemos ser independentes, pouco emotivos e orientados para resultados. O livro irá explorar os conflitos dessas áreas lunares, ao lado das conseqüências da supressão de nossas necessidades lunares. Serão oferecidas sugestões sobre como se reconectar com a Lua.
Meu método consistiu em pesquisar profundamente cada um dos significados da Lua na astrologia tradicional — o signo de Câncer, as emoções, a alimentação, a maternação, o ciclo menstrual, os seios e o estômago. Nós vamos descobrir quão profundamente estão ligados os significados da Lua na vida real, por intermédio da pesquisa de disciplinas como a medicina, a ciência e a psicologia. De tão generalizadas as conexões, freqüentemente tornou-se difícil separar o material em capítulos. Não se pode escrever sobre problemas com o peso sem falar sobre emoções, ou sobre mães, ou ainda sobre o ciclo menstrual. Não se pode escrever sobre tensão pré-menstrual sem levar em conta as emoções, ou a alimentação, ou as mães. Desse modo, cada capítulo fica dando voltas e voltas, como os próprios ciclos da Lua, infinitos.

Minha formação profissional inclui tanto a astrologia quanto o serviço social, e essa dupla perspectiva se reflete em minha abordagem. Durante algum tempo, não se sabia se este livro versava sobre astrologia, auto-ajuda ou questões da mulher. Por sorte, trata-se de uma combinação das três coisas, combinação esta que irá aprofundar o conhecimento do estudante de astrologia, ao mesmo tempo que dá ao leitor uma nova perspectiva e sugere maneiras de combater o estresse. Os insights e as ferramentas de crescimento são astrológicos, embora não se necessite ser astrólogo para compreender-lhes a utilização. Se você é novato em astrologia, pode passar por cima dos trechos que não entender. Coloquei-os aí só para alegria dos astrólogos. As idéias importantes estão em inglês comum. (Ou em sueco, ou em ortuguês, ou em qualquer outra língua que você esteja usando.)

O que o ato de trabalhar neste livro realmente explicitou é que as coisas NÃO estão bem para as mulheres— nem para os homens —, hoje em dia, por causa das rígidas crenças que a sociedade tem em relação àquilo que homens e mulheres devem ser. Iremos examinar essas crenças explorando a designação astrológica da Lua como as mulheres e de Marte como os homens. Em resumo, a Lua simboliza os papéis de proteção e cuidado destinados às mulheres, e também a preocupação supostamente feminina com as emoções, a dependência, a intuição e a necessidade de segurança. Marte, por outro lado, representa as preocupações supostamente masculinas como a agressividade, a competitividade, a necessidade de vencer, a dominação física, a raiva e a sexualidade. Todos nós temos a Lua e também Marte em nossos mapas, e precisamos integrar as necessidades e carências humanas representadas por ambos os planetas, ou sofrer com a falta de integridade. Nunca foi fácil viver esses papéis sexuais unilaterais, e as condições de hoje são de tal ordem que tornam impossível fazê-lo sem sofrer muito estresse. Os homens sofrem tanto quanto as mulheres, em razão dessas rígidas definições, e sofrem também ante as pressões cada vez mais fortes no sentido de que suprimam o lado lunar...


A autora


Donna Cunningham tem Mestrado em Serviço Social pela Universidade de Colúmbia. Em 1969, iniciou sua prática astrológica e recebeu o certificado de profissional conferido pela Professional Astrologers, Inc. e pela Federação Americana de Astrólogos. Com mais de 30 anos de experiência em aconselhamento como psicoterapeuta registrada, utiliza variadas ferramentas de cura — como essências florais, meditação dirigida e visualizações — em seu labor astrológico. Ela vem realizando conferências astrológicas nacionais e internacionais desde 1970 e escreveu centenas de artigos. É autora de An Astrological Guide to Self-Awareness, Healing Pluto Problems e The Consulting Astrologer's Guidebook. Também assina uma coluna de orientação em Horoscope. Donna vive atualmente em Port Townsend, WA, onde exerce a profissão.

Fonte: A Lua na Sua Vida, livro da autora.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A FUSÃO DO FEMININO, DE Chris Griscom


A Fusão do Feminino lembra aos homens da necessidade de se abrirem para a força do Sexto Sentido, das percepções extra-sensoriais, da energia Yin que flui e reflui para a própria Fonte, força essa esquecida pelo mundo moderno.

Fonte: www.skoob.com.br


A autora


Chris Griscom foi pioneira no trabalho com a consciência para acessar o Divino Eu Superior, com o seu método de sessões de abertura da consciência multidimensional, na exploração de vidas passadas. No processo o foco está na limpeza da memória celular.
Em 1996 e 1998 The Indian Board of Alternative Medicine, em Calcutá, na Índia, concedeu-lhe o troféu “Sewa Chakra Award” em reconhecimento aos serviços prestados e por suas contribuições na área de saúde holística, bem como por seu trabalho com portadores de Aids e outras enfermidades terminais. Madre Teresa de Calcutá e o Dalai Lama foram algumas das poucas personalidades já distinguidas com a mesma honraria.
Destaca-se como educadora e escritora. É autora de dez best sellers, oito dos quais já traduzidos para o português pela editora Siciliano. Seus livros são lidos por milhões de pessoas, em mais de dez idiomas. São eles: “O Tempo é uma Ilusão”, “Êxtase, Chave da Dimensão Espiritual”, “Ego sem Medo”, “A Fusão do Feminino”, “Nizhoni, O Eu Superior na Educação”, “Nascido no Mar”, “Corpo sem Idade”, e “Corpos da Alma”.
Seu último livro, “Psychogeneetics”, ainda não foi traduzido para o português.


Fonte: www.kaethebremer.com

A DOENÇA COMO CAMINHO, de Thoward Dethlefsen e Rüdiger Dahlke



Dizemos que a saúde é o nosso bem mais precioso. Então, qual o sentido da doença na nossa vida? Para os autores - o psicólogo Thorwald Dethlefsen e o médico Rüdiger Dahlke -não existem "doenças", mas uma única doença ligada inseparavelmente à "imperfeição" humana, e que se revela através de diferentes sintomas. Neste livro eles mostram um caminho para detectar o significado mais profundo das doenças com base na idéia de que todo sintoma é um alerta da alma para uma carencia essencial. A compreensão dos diversos sintomas clínicos - elencados nos índices que constituem a última parte do livro -abre para cada um de nós um caminho novo que nos leva de uma forma mais rápida à conquista do autoconhecimento. A Doença como Caminho destina-se às pessoas que estão preparadas para abandonar as noções tradicionais sobre doenças e buscam analisar mais profundamente a verdadeira natureza das mesmas.

fonte: www.submarino.com.br


O autor



O Dr. Rüdiger Dahlke, nascido em 1951, estudou medicina e fez estudos de pós-graduação em Medicina Naturalista e Psicoterapia. Escreveu o livro 'A doença como caminho', com Thorwald Dethlefsen, obra que se tornou referência. Trabalha como médico e terapeuta no Heil-Kunde-Zentrum, fundado por ele e por sua mulher em Johanniskirchen, e dirige seminários sobre o significado da medicina, bem como dá cursos de jejum e meditação.

A DEUSA TRÍPLICE, de Adam McLean



A Deusa é um arquétipo eterno da psique humana. Ela sempre está ao nosso lado, mesmo quando desprezada, reprimida ou negada exteriormente. Ela se manifesta desde os primórdios da civilização e aparece na cultura contemporânea sob muitos disfarces.

Este livro descreve e examina a estrutura da Deusa Tríplice e mostra como, mediante o relacionamento com esse arquétipo, os homens e as mulheres podem vencer e compensar a tendência ulterior de dualismo. Adam McLean fez descobertas originais sobre a natureza da Deusa Tríplice, esboçando algumas maneiras de trabalhar com a sua mitologia e com o seu simbolismo. Apresentando uma visão geral inédita das várias deusas da Antiguidade, este livro é um valioso recurso para quem se interessa pela natureza do Feminino.

Fonte: http://www.lojasobrenatural.com.br/produto/detalhar/1310/a_deusa_triplice


O autor


Adam McLean é pesquisador de fama internacional, especializado no simbolismo espiritual das tradições do Ocidente. É editor de The Hermetic Journal e editor da série Magnum Opus Hermetic Sourceworks, projeto editorial de largo alcance que põe à disposição dos leitores alguns dos mais importantes textos da tradição hermética, antes disponíveis apenas em coleções especiais.

A DEUSA INTERIOR, de Roger J. Woolger e Jeniffer Barker Woolger



A idéia do feminino, há muito tempo suprimida pelas sociedades patriarcais e pelo Cristianismo, cumpriu um importante papel na mitologia e nas religiões antigas. A noção de que as deusas - como Atena, Afrodite, Deméter, Ártemis, Hera e Perséfone - simbolizam características encontradas individualmente nas mulheres está mais uma vez em voga. Os arquétipos das deusas validam as mulheres por aquilo que elas são e não por aquilo que a sociedade diz que elas deveriam ser. Como tal, as deusas são uma fonte de liberdade e de compreensão que pode ser contatada por qualquer mulher, não importando o caminho de vida que escolheu. A Deusa interior é um guia fascinante sobre as qualidades das deusas que vivem dentro de nós. Baseado numa pesquisa realizada pelos autores num período de dez anos sobre a psicologia da deusa, este livro é um exemplo fascinante de como aplicar essa abordagem dinâmica à sua vida, enriquecer o seu auto-conhecimento, libertar-se de expectativas limitantes e orquestrar os pontos de mutação em sua vida ao compreender que tipo de deusa está mais predominante. O mais importante é que os autores enfatizam a necessidade de harmonia entre as várias qualidades das deusas: permitir que uma deusa domine a personalidade é negar a riqueza que está disponível quando se tem todas as deusas em equilíbrio. Maravilhosamente positivo e profundo em suas implicações, este é um livro que irá ajudar a posicionar o feminino em seu devido lugar na consciência atual e oferecer às mulheres e aos homens a oportunidade única de aprender mais a respeito do poder de transformarem a si mesmos.

Fonte: www.americanas.com.br


O autor

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A DANÇA CÓSMICA DAS FEITICEIRAS, de Starhawk



O livro apresenta a história, a teologia e as práticas que cercam a Bruxaria, numa confiável fonte de referência sobre a sabedoria ancestral da Deusa. Starhawk oferece ao leitor um poder acessível por meio de rituais e exercícios mágicos que, conforme lidos e compreendidos, podem fazer parte de toda a vida

Fonte: Bookhouse


A autora



Starhawk, nascida como Miriam Simos (Saint Paul, Minnesota, 17 de Junho de 1951), é uma escritora estadunidense, anarquista e auto-denomina-se como bruxa. É bastante conhecida por ser uma teórica sobre o Paganismo, colunista wiccana no Beliefnet.com,[1] e uma das primeiras vozes do eco-feminismo.

Vive em São Francisco onde atua na Tradição Reclaiming que foi co-fundada no final da década de 1970.

É internacionalmente conhecida por ensinar acção directa e não violenta, e, uma activista do movimento de paz, ambiental e de anti-globalização. Viaja e ensina na América do Norte, Europa e Médio Oriente dando conferências e workshops.

Teve bastante influência na decisão da Unitarian Universalist Association of Congregations[2] para incluir tradições baseadas nas fontes de fé da UUA. Dirige numerosos workshops e foi um membro activo do The Covenant of Unitarian Universalist Pagans, Inc.[3]

Fonte: Wikipédia

A CIRANDA DAS MULHERES SÁBIAS, de Clarissa Pinkola Estés


Em 'A ciranda das mulheres sábias', a psicanalista e poetisa Clarissa Pinkola Estés reverencia a maturidade feminina e faz uma comovente e profunda homenagem àquelas mulheres que souberam acumular sabedoria ao longo de suas existências. O livro tem uma linguagem metafórica, que se assemelha às antigas histórias contadas de mães para filhas, e chega às livrarias na última semana de maio. Clarissa Pinkola Estés parte de um doce convite à leitora para que se acomode ao seu lado e deguste com ela a bebida que foi reservada para 'uma situação especial', a fim de que possam conversar sobre 'assuntos que importam de verdade' a duas mulheres, com a garantia de que 'aqui sua alma está em segurança'. Seduzida por uma linguagem terna, emocionante e poderosa, a autora apresenta os encantos deste 'arquétipo misterioso e irresistível da mulher sábia, do qual a avó é uma representação simbólica' e que 'não chega de repente, perfeitamente formado e se amolda como uma capa sobre os ombros de uma mulher de determinada idade'. O aspecto mais sedutor do livro reside, justamente, na representação simbólica contida nas avós. Das matriarcas da mitologia às avós dos contos de fadas, passando por aquelas anônimas de suas vivências profissionais, a autora chega às avós de suas tradições familiares, descrevendo de forma magnífica a chegada à América das ancestrais que passaram a fazer parte de sua vida familiar, aquelas 'quatro velhas refugiadas que saltaram de enormes trens pretos para o nevoeiro noturno na plataforma onde nós as aguardávamos com grande expectativa'. Ao final, as nove preces de gratidão - por todas as idosas do mundo, pelas mulheres mais velhas matreiras, pelas avós nas cozinhas, pelas tias perspicazes, pelas filhas que estão aprendendo, por todas as filhas e velhas - representam um perfeito arremate ao prazer da leitura destas páginas plenas de luz, melodia, emoção e encantamento.

Fonte: www.livrariacultura.com.br


A autora

Recadinho...


Um recadinho...

Depois de ler Rubra Força, de Monika von Koss, que despertou em mim a velha necessidade de escrever, resolvi fazer um novo blog. Desta vez, falando especificamente sobre o Sagrado Feminino, a mulher e seus ciclos, etc.
Para tanto, vou utilizar de uma vasta bibliografia (nos últimos dois meses, já inclui no meu acervo quinze livros sobre estes temas.
Vou também, utilizar pesquisas de outros sites, blogs, resenhas de livros e demais informações à respeito.
O início será devagar, até colocar a leitura em dia, mas vou postando informações sobre os livros que indico.
Opiniões e comentários são bem vindos.

luarubra.blogspot.com



Um beijo à todos.

domingo, 2 de janeiro de 2011

A BELEZA DA FERA, de Natalie Angier



A paixão pela diversidade do mundo natural foi o que levou Natalie Angier, ganhadora do prêmio Pulitzer e repórter de ciência, a escrever sobre criaturas que a maioria das pessoas acha repugnantes, como aranhas, escorpiões, parasitas, vermes, cascavéis, escaravelhos e hienas. Nestes ensaios ricos e variados - quase todos publicados em The New York Times - a autora discorre também sobre a atividade sexual dos animais, a medicina e a saúde vistas de uma perspectiva evolutiva e os hormônios que modelam a dinâmica da vida familiar.

Sem receio de antropomorfismos, Angier vê as moléculas como personagens de pequenas peças teatrais e considera intrigantes o grau de percepção das cobras e o comportamento social dos carneiros. A decadência das orquídeas, segundo ela, deixaria Oscar Wilde perplexo. Outros artigos discutem as mais recentes descobertas no campo da biologia molecular, esmiuçando o trabalho das mulheres cientistas, descrevendo suas idéias e argumentos. De maneira comovedora, a autora também compreende a complexidade e a necessidade da morte.

Da incrível resistência das baratas à ameaça aos guepardos, da estrutura do DNA ao namoro brutal entre golfinhos, A beleza da fera nos fornece retratos íntimos e radicais da natureza.

Fonte: www.relativa.com.br


A autora

A TECELÃ - Ensaios sobre a psicologia feminina, de Barbara Black Koltuv



Barbara Black Koltuv reafirma neste livro o reaparecimento dos valores femininos na nossa sociedade e discute o processo de trans­formação através do qual as mulheres voltam a confiar em si mes­mas. Para tanto, a autora utiliza mitos antigos, relatos bíblicos e so­nhos demonstrando o sentimento de mistério, força e alegria que as mulheres encontram em sua jornada rumo à individuação - uma jor­nada que não tem fim e que está sempre sendo reiniciada num tra­balho paciente e contínuo de tecelã.
O volume contém nove ensaios sobre a totalidade essencial da psique feminina, detendo-se especialmente nos seguintes tópicos:

- mães e filhas;
- a hetaira;
- irmãs e sombras;
- os mistérios do sangue;
- o animus como amante e tirano;
- criatividade, sabedoria e realização.

Para a autora, não existe uma definição completa de mulher. As mulheres estão sempre num processo de vir-a-ser. Como na tecela­gem, o processo se inicia com a coleta da lã e só termina com uma avaliação final que, muitas vezes, exige a retomada do trabalho com vistas a um resultado mais harmonioso.


Fonte: www.pensamento-cultrix.com.br



A autora

A TENDA VERMELHA, de Anita Diamant



Na Bíblia, as mulheres ocupam um lugar à sombra, por isso ficamos privados de sua sensibilidade na descrição dos acontecimentos. Numa narrativa envolvente, Anita Diamant resgata esse olhar feminino e dá vida às personagens bíblicas, recriando o ambiente em que viveram, seu cotidiano, suas provações e suas paixões. Filha de Jacó e Lia, Dinah - cuja trajetória é apenas sugerida no Livro do Gênese - é a figura central desta trama, que começa com a história das quatro esposas de Jacó, a quem ela chama de 'mães' - Lia, Raquel, Zilpah e Bilah. O amor delas e o legado que lhe transmitem servem de apoio durante a fase de trabalho duro da juventude, no ofício de parteira e na vida nova em uma terra estrangeira. À medida que cresce, Dinah observa tudo o que se passa no deserto - as conquistas, a rivalidade entre os irmãos, a sensualidade intuída, a aspereza do relacionamento entre os homens, a complexidade dos sentimentos das mulheres, a construção de um povo descrita a partir da saga de um núcleo familiar. De espectadora, ela passa a protagonista, e são seus amores, medos, descobertas e perdas que vão sendo narrados no cenário mais amplo de um mundo bíblico de caravanas, pastores, agricultores, príncipes, escravos e artesãos. 'A tenda vermelha' é uma fascinante viagem à época em que nossa civilização e nossos valores começaram a ser delineados.

Fonte: http://www.livrariacultura.com.br



A autora


Nascida em Nova Iorque, Anita Diamant é uma premiada jornalista e autora de cinco livros sobre a vida judaica contemporânea.
Formou-se em Literatura Comparada pela Universidade de Washington e fez um mestrado em língua inglesa na State University de Nova Iorque.
Durante mais de 20 anos, como jornalista freelance, escreveu artigos para diversos jornais e revistas, tais como o New England Monthly, o Boston Globe, Parenting e outros.
A partir de 1985, ela começou a escrever artigos sobre as práticas judaicas contemporâneas e a comunidade judaica.
A Tenda Vermelha é sua primeira obra de ficção, e ela está preparando um segundo romance.
Atualmente a autora mora em Massachussets, nos Estados Unidos, com seu marido e filha Emilia, a quem A Tenda Vermelha foi dedicado.
Maiores informações sobre a autora podem ser obtidas em
Os outros livros da autora, não ficcionais, podem ser encontrados em inglês:
The New Jewish Wedding (Simon & Schuster, 1985)
The New Jewish Baby Book, (originalmente publicado em 1988, e reeditado pela Jewish Lights em 1994)
Bible Baby Names (Jewish Lights, 1996)
Living a Jewish Life: Jewish Traditions, Customs and Values for Today's Families (HarperCollins, 1993) em conjunto com Howard Cooper
Choosing a Jewish Life: A Handbook for People Converting to Judaism and for Their Family and Friends (Schocken, 1997)
Saying Kaddish, How To Comfort the Dying, Bury the Dead and Mourn as a Jew (Schocken Books, 1998)
How to be a Jewish Parent (Schocken, 2000) escrito em colaboração com Karen Kushner


Fonte: www.esextante.com.br